Odeio, às vezes, o que eu era.
Odeio, às vezes, o que eu sou.
Não gosto. Não do jeito que está.
A esperança desses momentos está no que posso vir a ser.
Pois não aconteceu e não me pertence.
Amo, às vezes, o que era e o que sou, e temo mudar.
Quero continuar assim. Mas pensarei o mesmo amanhã?
A esperança desses momentos está no presente, pois esse me pertence.
Odeio, às vezes, o que eu sou.
Não gosto. Não do jeito que está.
A esperança desses momentos está no que posso vir a ser.
Pois não aconteceu e não me pertence.
Amo, às vezes, o que era e o que sou, e temo mudar.
Quero continuar assim. Mas pensarei o mesmo amanhã?
A esperança desses momentos está no presente, pois esse me pertence.
...ser como borboletas,e ter a coragem de enfrentar a metamorfose da vida, para sermos livres.
ResponderExcluir-eu ando sem coragem.